A floresta não começa onde terminam as estradas. Ela começa dentro de nós, no momento em que paramos de ouvir o barulho e começamos a ouvir o silêncio.
Passamos anos tentando entender a Amazônia através de dados, mapas e estatísticas. Queríamos medir o que não pode ser medido. Catalogar o que não pode ser catalogado. E, no final, descobrimos que a floresta nos ensinava algo que nenhum dado poderia ensinar: a arte de estar presente.
Cada árvore ali existe há séculos. Cada rio carrega memórias de eras que nossa mente mal consegue conceber. E mesmo assim, quandoentramos na floresta pela primeira vez, sentimos que chegamos em casa.
Não é um retorno ao passado. É um retorno a algo que sempre esteve dentro de nós, mas que HAVÍAMOS esquecido.